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Livros de cabeceira: Rapto em Lisboa: um livro que não se larga depois de fechar
Há livros que passam por nós, e há livros que ficam. Rapto em Lisboa ficou. Não só pela história, mas pela forma como me apanhou desprevenido e me puxou para dentro dela, como se tivesse entrado na caravela ao lado de Saulo, sentido o calor sufocante de São Tomé e ouvido o silêncio pesado do convento onde deixaram Leah.
Francisco Fiúza
7 de fev.2 min de leitura


Quando o “N” cai e nasce um “R”: o que as desqualificações das estradas revelam sobre o país
Passei recentemente pela antiga Estrada Nacional 390, entre Cercal do Alentejo e Vila Nova de Milfontes, e deparei-me com um detalhe discreto mas cheio de significado: os trabalhadores estavam a substituir o N por um R nas placas, a velha N390 tornava-se oficialmente R390.
Francisco Fiúza
4 de fev.2 min de leitura


Casa nova
Há sempre um dia seguinte aos lugares que fecharam. Não é o dia do luto nem o da festa. É só o dia em que se acorda e a vida continua, com menos ruído e mais noção do caminho. Escrever aqui ensinou-me sobretudo isso: que os sítios não fazem a escrita. Ajudam, acolhem, às vezes empurram. Mas o gesto vem de antes e vai depois. As palavras não pedem plataforma, pedem tempo. E atenção. Agora escrevo noutro lugar. Não por fuga, não por moda, não por pressa. Porque fazia sentido. P
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31 de jan.1 min de leitura
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