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Som & Memória: As séries que cresceram conosco
Há notícias que, mesmo sendo pequenas, abrem portas grandes na memória. Foi o que aconteceu quando ouvi falar de Richard Dean Anderson, o eterno MacGyver. De repente, regressaram aquelas tardes em frente à televisão, quando as séries dos anos 80 e 90 faziam parte da rotina de quase toda a gente. MacGyver era diferente dos heróis habituais. Não gostava de armas. A sua ferramenta era um canivete suíço e a capacidade de improvisar com o que tivesse à mão. Fosse para escapar de f
Francisco Fiúza
14 de mar.2 min de leitura


Renegade Nell, a série que brilhou tarde demais
Renegade Nell é daquelas séries que não chegam com fanfarra nem com campanhas gigantes. Chegam de mansinho, quase escondidas no catálogo, como um livro esquecido numa prateleira que só descobrimos porque a capa nos piscou o olho. Foi assim que a encontrei, sem expectativa nem ruído, livre da pressão de ter de gostar. Talvez por isso tenha sido tão fácil mergulhar nela. Há histórias que se revelam melhor quando não estamos à espera de nada. A série tem um encanto próprio, uma
Francisco Fiúza
7 de mar.2 min de leitura


Livros de Cabeceira: Goor – A Crónica de Feaglar 1
A fantasia tem uma coisa curiosa. Quando funciona, não é apenas um mundo inventado. É um lugar onde acabamos por viver durante algumas páginas. Foi essa sensação que me voltou ao ler Goor – A Crónica de Feaglar I, de Pedro Ventura, um livro ao qual regresso agora com a distância do tempo e com a memória ainda viva da primeira viagem. O início mantém o ritmo próprio de muitas obras de fantasia que precisam de apresentar o seu universo. Há um tempo de construção, de posicioname
Francisco Fiúza
28 de fev.2 min de leitura


Livros de cabeceira: Rapto em Lisboa: um livro que não se larga depois de fechar
Há livros que passam por nós, e há livros que ficam. Rapto em Lisboa ficou. Não só pela história, mas pela forma como me apanhou desprevenido e me puxou para dentro dela, como se tivesse entrado na caravela ao lado de Saulo, sentido o calor sufocante de São Tomé e ouvido o silêncio pesado do convento onde deixaram Leah.
Francisco Fiúza
7 de fev.2 min de leitura
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