As primeiras semanas do ano trouxeram imagens que muitos portugueses nunca tinham visto ao vivo. Não foram cheias clássicas, daquelas que faziam os rios sair das margens e ocupar as várzeas como acontecia noutros tempos. Foram episódios que fazem lembrar essas antigas cheias, mas agravados por anos de seca e por solos endurecidos, incapazes de absorver a água que caiu de forma concentrada. O território perdeu elasticidade. Onde antes havia infiltração, agora há escorrência. Q