Há livros que passam por nós, e há livros que ficam. Rapto em Lisboa ficou. Não só pela história, mas pela forma como me apanhou desprevenido e me puxou para dentro dela, como se tivesse entrado na caravela ao lado de Saulo, sentido o calor sufocante de São Tomé e ouvido o silêncio pesado do convento onde deixaram Leah.