<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom" version="2.0"><channel><title><![CDATA[Francisco Fiuza Blog]]></title><description><![CDATA[Palavras, lugares e ideias de um curioso que gosta de ver o mundo por dentro. Ensaios, curiosidades, rotas, leituras e notas escritas com tempo.]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/meu-blog</link><generator>RSS for Node</generator><lastBuildDate>Fri, 03 Apr 2026 23:45:56 GMT</lastBuildDate><atom:link href="https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/blog-feed.xml" rel="self" type="application/rss+xml"/><item><title><![CDATA[O Poder Feminino: Memória, Silêncio e Reaparecimento - 4/8 Corpo e a Beleza ao Longo do Tempo]]></title><description><![CDATA[A forma como uma sociedade vê o corpo feminino diz sempre muito sobre o seu tempo. Mais do que estética, a beleza é linguagem cultural. Aquilo que cada época considera belo revela medos, valores e expectativas profundas. Durante grande parte da história humana, o corpo feminino foi associado à fertilidade e à abundância. Nas figuras pré-históricas, nas pinturas medievais e em muitas representações do Renascimento, a beleza não estava na leveza, mas na presença. O corpo cheio significava vida,...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/corpoeabelezaaolongodotempo</link><guid isPermaLink="false">6987bd2d9666387268623b33</guid><pubDate>Wed, 01 Apr 2026 17:00:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_c14212638bfc4f39a85fc25d43cd2cc7~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Topónimos que nascem da pedra: a geologia como força invisível na nomeação do sudoeste]]></title><description><![CDATA[Há regiões onde os nomes dos lugares parecem escolhidos por quem viveu séculos a observar a terra. No sudoeste alentejano e no Algarve, essa relação é especialmente evidente. Aqui, a geologia não é apenas pano de fundo. É uma presença activa, uma voz mineral que molda a forma como as pessoas descrevem o mundo à sua volta. Muitos topónimos sobrevivem precisamente porque captam essa voz. A paisagem do sudoeste é marcada por xisto, quartzito, cascalheiras antigas e ribeiras que passam metade do...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/toponimosquenascemdapedra</link><guid isPermaLink="false">69877cb740d7c5baf3ac1614</guid><pubDate>Sat, 28 Mar 2026 18:00:10 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_58c623a4e50a495fb8330f764c23ddc7~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Poder Feminino: Memória, Silêncio e Reaparecimento - 3/8 A Mulher como Moral]]></title><description><![CDATA[Depois da terra, da propriedade e da herança, veio algo ainda mais duradouro: a moral. Se a organização económica mudou o lugar da mulher na sociedade, a religião e a cultura consolidaram essa mudança na imaginação coletiva. O poder não precisava apenas de existir. Precisava de ser justificado, explicado e tornado natural. As grandes tradições religiosas e filosóficas que moldaram o mundo ocidental ajudaram a definir a mulher menos como centro da vida e mais como guardiã da virtude. A...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/amulhercomomoral</link><guid isPermaLink="false">6987bbe140d7c5baf3ac866b</guid><pubDate>Wed, 25 Mar 2026 20:09:04 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_57b6a72e656243ab9668f186a68612a9~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Curiosidades: A Idade Média entre mito e realidade]]></title><description><![CDATA[A Idade Média tem um problema curioso. É muitas vezes lembrada não pelo que foi, mas pelo que imaginamos que foi. Entre histórias repetidas e imagens sombrias, criámos uma espécie de Idade Média caricatural, feita de pouca higiene, superstições e medo constante. Há várias histórias populares que ajudam a construir essa imagem. Uma delas diz que as pessoas tomavam banho apenas uma vez por ano, que as noivas levavam flores para disfarçar o cheiro e que daí nasceu o bouquet de casamento. Outra...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/idademedia</link><guid isPermaLink="false">6987e38b96663872686276bb</guid><pubDate>Sat, 21 Mar 2026 18:00:14 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_d98fafca453b4fe78ef661d032b81c40~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Poder Feminino: Memória, Silêncio e Reaparecimento - 2/8 Terra, Propriedade e Controlo]]></title><description><![CDATA[A grande mudança não aconteceu num dia nem numa geração. Aconteceu lentamente, ao longo de séculos, quando a humanidade deixou de apenas habitar a natureza e começou a transformá-la. A agricultura fixou comunidades ao território, os animais passaram a ser criados em vez de caçados, e a terra deixou de ser apenas espaço de vida para se tornar riqueza acumulável. Com a propriedade surgiu uma nova preocupação: a herança. E com a herança surgiu uma necessidade que até então era secundária, a...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/terrapropriedadeecontrolo</link><guid isPermaLink="false">6987baf196663872686236e5</guid><pubDate>Wed, 18 Mar 2026 18:00:21 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_b9e756d5d8e240a1a86b9355c157c727~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Som &#38; Memória: As séries que cresceram conosco]]></title><description><![CDATA[Há notícias que, mesmo sendo pequenas, abrem portas grandes na memória. Foi o que aconteceu quando ouvi falar de Richard Dean Anderson, o eterno MacGyver. De repente, regressaram aquelas tardes em frente à televisão, quando as séries dos anos 80 e 90 faziam parte da rotina de quase toda a gente. MacGyver era diferente dos heróis habituais. Não gostava de armas. A sua ferramenta era um canivete suíço e a capacidade de improvisar com o que tivesse à mão. Fosse para escapar de formigas venenosas...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/asseriesquecresceramconosco</link><guid isPermaLink="false">6987e54e03c01be20d331d3f</guid><pubDate>Sat, 14 Mar 2026 18:00:15 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_c0c460c00fb74023b1a27add39921d57~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Poder Feminino: Memória, Silêncio e Reaparecimento - 1/8 Quando a Mulher Era Centro]]></title><description><![CDATA[Muito antes de existirem cidades, leis escritas ou fronteiras, existia uma certeza silenciosa nas comunidades humanas: a vida nascia do corpo da mulher. Essa evidência simples moldou a forma como os primeiros grupos humanos compreenderam o mundo. A fertilidade não era apenas biologia. Era mistério, continuidade e sobrevivência. E quem carregava esse mistério ocupava naturalmente o centro simbólico da comunidade. As pequenas esculturas femininas encontradas em vários pontos da Europa e da...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/quandoamulhereracentro</link><guid isPermaLink="false">6987ba5396663872686235b3</guid><pubDate>Wed, 11 Mar 2026 18:00:20 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_05069bf7d5e6420cbc0e51251a107e1f~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Renegade Nell, a série que brilhou tarde demais]]></title><description><![CDATA[Renegade Nell é daquelas séries que não chegam com fanfarra nem com campanhas gigantes. Chegam de mansinho, quase escondidas no catálogo, como um livro esquecido numa prateleira que só descobrimos porque a capa nos piscou o olho. Foi assim que a encontrei, sem expectativa nem ruído, livre da pressão de ter de gostar. Talvez por isso tenha sido tão fácil mergulhar nela. Há histórias que se revelam melhor quando não estamos à espera de nada. A série tem um encanto próprio, uma mistura de...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/renegadenell</link><guid isPermaLink="false">6987e6b740d7c5baf3acca6e</guid><pubDate>Sat, 07 Mar 2026 18:00:30 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_b4e25ac78364473190f28da5db2d54a4~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[O Poder Feminino: Memória, Silêncio e Reaparecimento - Introdução]]></title><description><![CDATA[Este conjunto de ensaios nasce de uma pergunta simples: onde esteve o poder da mulher ao longo da história? Não apenas o poder político ou institucional, mas há histórias que não cabem num único texto. Precisam de tempo, de camadas e de silêncio entre palavras. A história do poder feminino é uma delas. Não começa no presente nem termina nele. Atravessa milénios quase sempre fora do centro da narrativa oficial, como um rio subterrâneo que continua a correr mesmo quando não o vemos. poder...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/poderfemininointro</link><guid isPermaLink="false">6987b78440d7c5baf3ac7eb9</guid><pubDate>Wed, 04 Mar 2026 18:10:09 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_e97d2fc60dc340fb974eb8a34f26719b~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Livros de Cabeceira: Goor – A Crónica de Feaglar 1]]></title><description><![CDATA[A fantasia tem uma coisa curiosa. Quando funciona, não é apenas um mundo inventado. É um lugar onde acabamos por viver durante algumas páginas. Foi essa sensação que me voltou ao ler Goor – A Crónica de Feaglar I, de Pedro Ventura, um livro ao qual regresso agora com a distância do tempo e com a memória ainda viva da primeira viagem. O início mantém o ritmo próprio de muitas obras de fantasia que precisam de apresentar o seu universo. Há um tempo de construção, de posicionamento das peças no...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/livros-de-cabeceira-goor-a-cr%C3%B3nica-de-feaglar-1</link><guid isPermaLink="false">6987df6303c01be20d331300</guid><pubDate>Sat, 28 Feb 2026 18:00:27 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_cb2fae2cd7d949d98c368f3a0250da8a~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Milfontes, a Água e o Futuro que Ainda Podemos Escolher]]></title><description><![CDATA[Há lugares que carregam a sua verdade no nome. Milfontes é um deles. Não é preciso escavar muito para perceber que esta vila nasceu da água, viveu da água e sempre se orientou por ela. O rio, o mar, as nascentes escondidas, os antigos charcos que a toponímia teima em recordar. Alagoachos, por exemplo. O nome diz tudo, mesmo quando o betão tenta apagar a memória. Agora Milfontes prepara-se para crescer. A área urbana vai triplicar. É aqui, neste instante, que se decide o futuro. Não daqui a...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/milfontes-a-%C3%A1gua-e-o-futuro-que-ainda-podemos-escolher</link><guid isPermaLink="false">6987696e40d7c5baf3abf390</guid><pubDate>Wed, 25 Feb 2026 18:00:22 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_26ffd23e35c34041939bde940a0d0d3b~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Rota: Vila Nova de Milfontes, uma vila à beira-mar plantada]]></title><description><![CDATA[Vila Nova de Milfontes nasceu entre o rio Mira e o Atlântico, num lugar onde a terra sempre teve de olhar para o mar com respeito. Fundada por D. João II no século XV para proteger a costa e estimular o comércio marítimo, foi durante séculos um pequeno posto defensivo e uma comunidade piscatória. O Forte de São Clemente, junto à foz do Mira, continua a lembrar esse tempo. Hoje a vila vive mais tranquila, mas mantém essa ligação natural ao rio, ao mar e à vida simples do litoral alentejano....]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/rotamilfontes</link><guid isPermaLink="false">6987cdc024f01f941abca4a6</guid><pubDate>Sat, 21 Feb 2026 18:00:14 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_3c093f120afb45b9b6c0dadc7b79d2e4~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[A lógica de uma Região Administrativa Alentejo Litoral]]></title><description><![CDATA[A criação de uma Região Administrativa Alentejo Litoral faz sentido. O território já funciona como um conjunto coerente. O distrito de Setúbal tem vida própria. Não pertence à lógica de Lisboa, quanto mais ao Ribatejo ou ao Alentejo interior. É litoral, atlântico, portuário, urbano e rural ao mesmo tempo.Odemira encaixa neste desenho. É costa, serra, agricultura, turismo e natureza. Vive ligada a Sines, a Santiago e a Grândola, e não ao interior. A sua vida diária aponta para o litoral, o mar...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/a-l%C3%B3gica-de-uma-regi%C3%A3o-administrativa-alentejo-litoral</link><guid isPermaLink="false">6980f267889819a51f04f860</guid><pubDate>Wed, 18 Feb 2026 18:00:19 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_714d0a0ef7e94f639cfcf010e3cb8800~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Várzea e charneca]]></title><description><![CDATA[Dois nomes antigos que dividem a paisagem portuguesa   Há palavras que parecem carregar séculos de experiência acumulada. Várzea e charneca são duas delas. Não nasceram em livros nem em decretos régios. Nasceram da observação directa da terra, da necessidade de distinguir o que dá e o que resiste, o que acolhe e o que desafia. São palavras que moldaram a forma como os portugueses leram o território muito antes de existirem mapas.   A várzea é sempre o lugar fértil. O vale baixo onde a água se...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/v%C3%A1rzea-e-charneca</link><guid isPermaLink="false">698108e6aa13a366d93af916</guid><pubDate>Sat, 14 Feb 2026 18:00:27 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_5d55452a7d5349e78448dbef019378d6~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Portugal, o Clima e o País que Ainda Não Acordou]]></title><description><![CDATA[As primeiras semanas do ano trouxeram imagens que muitos portugueses nunca tinham visto ao vivo. Não foram cheias clássicas, daquelas que faziam os rios sair das margens e ocupar as várzeas como acontecia noutros tempos. Foram episódios que fazem lembrar essas antigas cheias, mas agravados por anos de seca e por solos endurecidos, incapazes de absorver a água que caiu de forma concentrada. O território perdeu elasticidade. Onde antes havia infiltração, agora há escorrência. Quando a chuva...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/portugal-o-clima-e-o-pa%C3%ADs-que-ainda-n%C3%A3o-acordou</link><guid isPermaLink="false">69861c9acafaaac488416901</guid><pubDate>Wed, 11 Feb 2026 18:00:32 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_33d54c93c3134fe4bceb9cc3d2e4e950~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Livros de cabeceira: Rapto em Lisboa: um livro que não se larga depois de fechar]]></title><description><![CDATA[Há livros que passam por nós, e há livros que ficam. Rapto em Lisboa ficou. Não só pela história, mas pela forma como me apanhou desprevenido e me puxou para dentro dela, como se tivesse entrado na caravela ao lado de Saulo, sentido o calor sufocante de São Tomé e ouvido o silêncio pesado do convento onde deixaram Leah.]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/rapto-em-lisboa-um-livro-que-n%C3%A3o-se-larga-depois-de-fechar</link><guid isPermaLink="false">69790d57e9e3448a1cd73969</guid><pubDate>Sat, 07 Feb 2026 18:00:16 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_5b03530397c04d549b58f5e82f3116c8~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Quando o “N” cai e nasce um “R”: o que as desqualificações das estradas revelam sobre o país]]></title><description><![CDATA[Passei recentemente pela antiga Estrada Nacional 390, entre Cercal do Alentejo e Vila Nova de Milfontes, e deparei-me com um detalhe discreto mas cheio de significado: os trabalhadores estavam a substituir o N por um R nas placas, a velha N390 tornava-se oficialmente R390.]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/quando-o-n-cai-e-nasce-um-r-o-que-as-desqualifica%C3%A7%C3%B5es-das-estradas-revelam-sobre-o-pa%C3%ADs</link><guid isPermaLink="false">697900ffda77a8ffff04fa00</guid><pubDate>Wed, 04 Feb 2026 18:00:26 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/30fa36_bc0471f094274ac7b2a9a8400d9d3cf9~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item><item><title><![CDATA[Casa nova]]></title><description><![CDATA[Há sempre um dia seguinte aos lugares que fecharam. Não é o dia do luto nem o da festa. É só o dia em que se acorda e a vida continua, com menos ruído e mais noção do caminho. Escrever aqui ensinou-me sobretudo isso: que os sítios não fazem a escrita. Ajudam, acolhem, às vezes empurram. Mas o gesto vem de antes e vai depois. As palavras não pedem plataforma, pedem tempo. E atenção. Agora escrevo noutro lugar. Não por fuga, não por moda, não por pressa. Porque fazia sentido. Porque o texto...]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/casa-nova</link><guid isPermaLink="false">6977becde611fcb487960ca0</guid><pubDate>Sat, 31 Jan 2026 18:00:20 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/126736_e63187ed8fc8441ea994a5d3b0636fd5~mv2.png/v1/fit/w_1000,h_1000,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator></dc:creator></item><item><title><![CDATA[Olá Mundo!!]]></title><description><![CDATA[Este espaço ainda está em silêncio. As palavras estão a ser arrumadas, os textos a ganhar forma, a casa a ser habitada com calma. Em breve, as portas abrem. Até lá, fica o aviso: continuo a escrever.]]></description><link>https://studiofproducoes.wixsite.com/franciscofiuzablog/post/ol%C3%A1-mundo</link><guid isPermaLink="false">6977ff49ea2eced60846e5a3</guid><pubDate>Tue, 27 Jan 2026 00:02:35 GMT</pubDate><enclosure url="https://static.wixstatic.com/media/126736_c2ec144839f0495b9e351c17a63c0a6a~mv2.png/v1/fit/w_672,h_594,al_c,q_80/file.png" length="0" type="image/png"/><dc:creator>Francisco Fiúza</dc:creator></item></channel></rss>